domingo, 27 de novembro de 2011

Bendito Homem!

Que confia no Senhor!

Jesus, o Nazareno

Perguntou-lhe Natanael: De Nazaré pode sair alguma coisa boa? Respondeu-lhe Filipe: Vem e vê (Jo 1:46).
Mt 2:13-23; 13:55; Mc 6:3; 10:47; Jo 1:46
Alimento Diário - Dong Yu Lan - Árvore da VidaDesde a tenra idade, a vida do Senhor na terra foi repleta de sofrimentos. Por causa do recenseamento, José e Maria subiram de Nazaré para Belém, onde Jesus acabou nascendo. Por não haver lugar em nenhuma hospedaria, Ele foi colocado numa manjedoura (Lc 2:1-7). Entretanto Jesus não pôde permanecer naquela cidade, pois Herodes queria tirar-Lhe a vida. Para que Jesus ficasse livre desse mau intento, Sua família, orientada por um anjo que apareceu em sonhos a José, fugiu para o Egito, onde Ele viveu os primeiros anos de Sua infância (Mt 2:13-16).
Se olharmos o mapa, veremos que o trajeto até lá não era curto nem tão simples. Naquela época, o meio de transporte mais comum e de preço acessível eram os animais de carga, de modo que a família de Jesus deve ter padecido muitos sofrimentos nessa viagem. Pela soberania de Deus - e pela obediência dos pais -, a vida do menino Jesus foi poupada.
Depois que Herodes morreu, o anjo do SENHOR orientou José a retomar para a terra de Israel. Ao chegar ali, José, por divina advertência, retirou-se com a família para as regiões da Galileia, indo habitar na cidade de Nazaré. Cumpriu-se, então, a profecia a respeito do retorno de Jesus, chamado do Egito (2:15), e também a respeito de ser chamado de Nazareno (v. 23). Nazaré era uma cidade pobre, não desenvolvida, de forma que as pessoas provenientes dali eram consideradas de pouca cultura, menosprezadas por aqueles que viviam em cidades mais prósperas, como Jerusalém (Jo 1:46).
Em Nazaré, o Senhor passou por todas as etapas da vida humana. Ali Ele cresceu, no seio de uma família humilde e numerosa, na qual foi criado, educado e aprendeu com José a exercer a profissão de carpinteiro (Mt 13:55-56; Mc 6:3). Jesus enfrentou problemas e limitações comuns a todo ser humano. Por isso, quando passamos por sofrimentos e dificuldades e invocamos Seu nome, Ele se compadece de nós e nos socorre.
Fonte: Rádio árvore da vida

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Ilimitado amor.


Senhor! Seu amor por nós não tem limites!

A direção na presença de Deus

Não existem bons filhos que tenham vindo de situações aleatórias ou que sejam obra do acaso. Todos sabem que, quando se jogam dados para cima, abre-se uma probabilidade muita pequena de vir o número esperado. Se há poucas chances de cair o número desejado com o dado que tem apenas seis lados, o que dizer da criação de filhos que por natureza são complexos e apresentam uma infinidade de faces?
Os pais devem reconhecer, logo no início de sua carreira como tutores de seus filhos, que não podem sozinhos conseguir, no meio de um tempo conturbado como este em que vivemos, gerar filhos saudáveis e úteis para o propósito de Deus. Em nenhuma geração que já passou, foram encontradas condições tão propícias e fáceis para que os filhos se percam como esta em que estamos vivendo. Muitos filhos são arrastados para a promiscuidade, para a formação de grupos que buscam o perigo, e para “esportes” que promovem a autodestruição por não verem mais sentido em suas vidas. A correnteza é forte demais para os pais ou mesmo os filhos superarem tão íngreme subida sozinhos.
O livro de Êxodo registra a saída dos filhos de Israel do Egito e o percurso desses do deserto rumo à terra da promessa, Canaã. O livro fala que, em um dado momento da travessia, Moisés disse: “Se tua presença não vai comigo, não nos faças subir deste lugar” (Êxodo 33:14, 15). Essa atitude que revela incapacidade e dependência deve ser a mesma que os pais devem experimentar. Será que você reconhece a dificuldade que é o “deserto” da criação de filhos? Será que confia em sua habilidade e experiência humana para conduzir seus filhos por esse caminho tão perigoso? Moisés disse: “Não nos faças subir”. Ele sabia que colocaria tudo a perder se fizesse tudo sozinho. Sem dúvida, em algum momento do trajeto, ele não saberia se o caminho que devia seguir era pela esquerda, direita, se seguiria em frente, se subiria ou se teria que parar. As possibilidades eram muitas. Fica evidente que não podia avançar sem a presença de Deus. E, nós, pais, que também não sabemos o caminho, deveríamos temer seguir baseados em nosso próprio sentimento e em nosso próprio senso de direção.
A declaração de Moisés parecia ainda querer dizer: “A responsabilidade é grande e não sei como proceder. Não quero arriscar, não quero tentar primeiro para depois descobrir que não sabia e que não podia conduzir o povo; não tenho tempo a perder, não temos outra chance, por isso, não nos faça subir sem Tua presença”.
Se a falta da presença do Senhor podia chocar e paralisar Moisés, a presença Dele, por outro lado, era uma garantia de que eles chegariam a seu destino. Podemos dizer, aplicando essa palavra a nós, pais, que com a presença do Senhor não apenas retiraremos nossos filhos do Egito e os atravessaremos pelo grande e longo deserto, bem como conseguiremos introduzi-los na boa terra que Deus prometeu. Com a presença do Senhor, temos Seu guiar, Sua proteção, Seu conforto e o suprimento de que precisamos para seguir em frente.
Muitos pais têm perdido seus filhos para o mundo porque até agora têm usado seu jeito, sua força e destreza humana para conduzi-los ao Senhor. Moisés reconheceu que, para vencer as investidas do inimigo que certamente se levantaria no caminho, era necessário contar com a orientação viva do Senhor junto dele.
Se a presença do Senhor é tão essencial para os pais, então eles devem esforçar-se para tê-la constantemente. Os pais devem buscar juntos o Senhor e fazer com que seu lar fique cheio da presença de Deus. Por exemplo, buscar o Senhor pela manhã vai resultar na primeira orientação de Deus para os pais de como tirar os filhos do Egito, atravessarem-nos pelo deserto e introduzi-los, por fim, em Canaã, a qual prefigura Cristo, nossa meta e alvo.
É com a presença de Deus e não com tentativas humanas que os pais descobrem o caminho que deve ser aberto para os filhos seguirem.
Fonte: Rádio árvore da vida

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cresce Senhor mais e nós.

Nós amarra a sua vide Senhor!

A causa e solução dos problemas

A presença de Deus na vida de um casal não pode ser algo temporário, apenas por um momento, apenas enquanto se está nas reuniões ou quando a Bíblia está sendo lida.
Um casal passar por problemas não é algo estranho. Acreditamos que não há nenhum casal que não tenha enfrentado momentos difíceis, que não tenha experimentado algum tipo de dissabor ou atrito. Mesmo assim muitos casais se desesperam. Quando os problemas saem de uma esfera
menor de gravidade para patamares mais perigosos, isto é, em que o próprio casamento fica  comprometido, aqueles que consideram e honram o casamento fazem qualquer coisa para resolver a situação. Alguns buscam aconselhar-se com amigos, outros lêem livros de auto-ajuda e, ainda outros buscam acessória com psicólogos e psicoterapeutas.
Há algo que os casais precisam perceber: que buscar uma solução para os problemas não é verdadeiramente a saída. Resolver problemas conjugais pode ser assemelhado com a atitude da mãe em dar remédio para baixar a febre do filho. De que adianta a febre ir embora e a causa da febre permanecer? Toda mãe deveria perguntar: “Porque meu filho teve febre? Os casais devem preocupar-se mais em saber a origem dos problemas do que procurar resolver os problemas em si.
É bem provável que muitos casais continuarão a passar por problemas até a volta do Senhor. Os problemas na vida conjugal nos auxiliam a ver que somos frágeis e necessitados. Melhor do que fazer careação para saber quem está certo ou quem está errado, é buscar a Deus com o mesmo desespero que corça busca a correte das águas (Salmo 42:1).
Nosso verdadeiro problema não são as coisas que nos afligem: brigas, desentendimento e falta de harmonia. Nosso problema é outro: é a falta da presença de Deus. Todos os problemas conjugais desaparecem quando nosso lar se torna a morada de Deus e o casal vive em Sua constante presença.
“Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem e me levem ao teu santo monte e aos teus tabernáculos” (Salmo 43:3).
Fonte: Rádio árvore da vida

sábado, 19 de novembro de 2011

Vida santa.

As correções e intervenções mal sucedidas

Certa vez um pai chegou à cozinha de sua casa e viu seu filho brincando com uma faca afiadíssima; descontrolado pela raiva e medo, o homem puxou a faca abruptamente. Quando ele viu a faca em suas mãos, sentiu-se aliviado, pois imaginava que tinha salvado a criança do perigo. Depois de alguns segundos, ele ouviu a criança gritar: “Pai, o senhor me cortou, o senhor me cortou!”. Às pressas, a criança foi levada para o hospital, mas, antes de chegar ao pronto-socorro para receber atendimento médico, ela faleceu. O menino faleceu nos braços daquele que mais o amava e que tinha responsabilidade direta sobre sua vida, seu pai.
Vamos analisar essa história para extrair algumas lições importantes.
Durante um dia, muitos erros serão cometidos pelos filhos. A palavra erro e falha talvez seja a melhor palavra para descrever o ser humano. Você pode cercar os filhos de todos os cuidados, ler para eles todos os provérbios, estabelecer regras e mais regras e pode até mesmo orar continuamente por eles, mas mesmo assim continuarão errando e falhando. Essa verdade, embora seja muito óbvia, é esquecida pelos pais que, muitas vezes, parecem querer encontrar em casa um ambiente “sagrado” e filhos “angelicais”.
Os pais, aos poucos, inconscientemente, vão imaginando que, à medida que se esforçarem, os erros dos filhos vão desaparecendo. Então, começam ver a situação como um cálculo matemático: se eu me esforçar em casa com relação à educação de meus filhos, menos erros vão ser cometidos; se eu dobrar os cuidados, a educação e a diligência, teremos ainda menos erros e, se multiplicar os esforços, muito menos ainda. Esse raciocínio lógico vai sendo criado até gerar a falsa idéia de que, quando os pais tiverem se esforçado ao máximo, não existirão mais erros. Por causa desse pensamento, muitos pais ficam “loucos” quando seus filhos erram. Talvez a única proporção que exista seja essa: toda vez que nossas expectativas são muito altas, mais frustrados ficamos quando nossos filhos erram.
Quando seus filhos errarem, procure distinguir os filhos dos problemas e se lembrar de que a disciplina tem um propósito, que é o aproveitamento (Hebreus 12:10). Na história citada acima, o pai conseguiu tirar a faca das mãos do filho, mas, sem querer, o matou. Qual é o objetivo dos pais no momento em que estiverem disciplinando? É salvar o filho. Se ele não gosta de estar nas reuniões da igreja, se briga com seu irmãozinho em casa, se assiste a muita TV, se passa muito tempo conectado na internet, se não quer estudar as matérias da escola, se não quer cooperar com os afazeres de casa, se anda na companhia de pessoas estranhas, o que fazer? Salvar os filhos dessas coisas.
É justamente nesse momento que os pais precisam separar o joio do trigo. Precisam ter sensibilidade para saber o que é mais importante: atacar o erro sem se preocupar com aquele que errou ou salvar aquele que errou e ao mesmo tempo corrigir o erro? O joio é o erro e o trigo é o filho. Todo pai precisa fazer essa distinção, de início, para obter melhores resultados em sua disciplina. Não adianta ficar com a faca na mão e perder o filho.
Os pais precisam agir com calma para aumentar sua perspectiva: a raiva, a falta de domínio próprio e uma emoção descontrolada são os maiores causadores de problemas no momento em que os pais vão disciplinar os filhos. A melhor maneira de enfrentar situações de desagrado com os filhos é se voltar para o Senhor e pedir Sua orientação para saber a melhor maneira de disciplinar os filhos. Jesus é o Senhor!
Fonte: Rádio árvore da vida.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Eu sou do meu amado!

E o meu amado é meu!

Uma história diferente

Os jovens vivem hoje um contexto paradigmático: por um lado, a sociedade da informação, a sociedade globalizada, iconizada na pessoa do jovem, é cada vez mais socialmente consciente, atuando positivamente em favor da preservação ambiental, do crescimento sustentável, dos regimes de igualdade, justiça e desenvolvimento humano. Por outro lado, os mesmos mecanismos de socialização, os mesmos instrumentos de comunicação que tornam o mundo globalizado criam pessoas isoladas. Não é preciso sair de sua reclusão para comunicar-se, trabalhar, comprar,  entreter-se. A defesa de minorias acaba encerrando pessoas em grupos sectarizados. A mesma rede que disponibiliza todas as informações faz com que o navegante nunca aprenda. O mundo globalizado, a sociedade consumista, faz com que cada um tome sua direção, viva como bem lhe parece, e tubo parece corromper-se cada vez mais.
Mas esse modo de vida não é exclusividade dos tempos modernos. O livro dos Juízes termina com uma frase marcante: “Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto” (Juízes 21:25). Após 400 anos, o povo de Israel havia absorvido muito da cultura do Egito,  o centro do desenvolvimento humano à época. Ao sair do Egito, passaram 40 anos em peregrinação, anos em que tiveram contato com vários povos do oriente médio. O livro de Josué nos conta, ainda, como foi a entrada de Israel em Canaã e como alguns dos antigos habitantes foram preservados e acabaram integrando e influenciando a nação descrita no livro seguinte, o livro de Juízes. Em Juízes, Israel era uma nação “globalizada”. Haviam traços culturais de muitos povos, haviam vários grupos cuidando de seu interesse particular. Mas não havia direção, cada um fazia o que achava mais reto.
Jovem, você deve se perguntar: esse é o melhor jeito de se viver? Você quer viver assim? Sem ideal? Sem direção? A história do livro de Juízes é uma sucessão de crises, de sofrimento, de instabilidade. Mas Deus queria uma história diferente para Seu povo. Deus quer uma história diferente para você. A efervescência cultural da época dos Juízes fez com que o povo se esquecesse do Senhor e, por várias vezes, O substituísse. Mas Ele nunca os deixou. E não importa quão ocupados, distraídos, desanimados, oprimidos ou ansiosos possamos estar. Deus cuida de nós! Ele está agora mesmo “movendo alguns pauzinhos”, arranjando todas as coisas para nos fazer convergir a Ele (Ef 1:9-10). Essa é a direção que Ele quer para nós, é a nossa nova história.
Uma lei diferente
O que poucos sabem é que, no meio da situação descrita no livro de Juízes foi escrito o livro de Rute. Rute, uma moabita, havia se casado com um israelita, um emigrante que fugia da fome em Israel. Após tornarem-se viúvas, Rute e sua cunhada Orfa resolveram acompanhar sua sogra, Noemi, que voltava para Israel. Orfa, convencida por Noemi, voltou atrás, para viver com seu povo. Mas Rute não foi persuadida a voltar. Pelo contrário, ela respondeu: “aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (Rt 1:16). Nesse ponto, a história de Rute e a história de Deus passaram a convergir.
Já em Belém, Rute e Noemi, empobrecidas, buscavam uma forma de suster-se. Por isso Rute foi ao campo, para recolher o que os segadores deixavam para trás. Há uma figura maravilhosa do cuidado de Deus aqui. Quando o povo ainda estava no deserto, comendo do maná e sendo totalmente suprido por Deus, receberam a seguinte lei: “Quando também segares a messe da tua terra, o canto do teu campo não segarás totalmente, nem as espigas caídas colherás da tua messe. Não rebuscarás a tua vinha, nem colherás os bagos caídos da tua vinha; deixá-los-ás ao pobre e ao estrangeiro. Eu sou o SENHOR, vosso Deus” (Lv 19:9-10). Rute havia escolhido ao Senhor. E o Senhor já havia escolhido e cuidava de Rute. Mesmo centenas de anos antes de ela saber disso. Aquela lei, escrita em Levítico, foi dada para que Rute e Noemi tivessem algum sustento. Deus as sustentava.
Jovem, o Senhor te escolheu antes da fundação do mundo. Você pode não entender a razão de várias situações em sua vida. Mas tenha certeza disso: Deus cuida de você. Ele está cuidando de tudo, há muito tempo. Há pelo menos dois mil anos atrás Ele providenciou uma lei com o fim de nos suprir. A lei do Espírito e da vida, que nos livra da lei do pecado e da morte (Rm 8:2). Essa lei foi promulgada para que tenhamos liberdade de viver com Deus. Podemos viver no Espírito e desfrutar vida e paz (Rm 8:4-6).  Agora, temos outra constituição, podemos viver de maneira diferente, “como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus” (1 Pe 2:16).
Um lugar diferente
Nossa história com Deus não tem apenas um desenrolar feliz. O final, a exemplo da história de Rute, também é muito feliz. Boaz, parente de Noemi, observou o que Rute fazia por sua sogra. Ele insistiu que ela continuasse a rebuscar espigas em seus campos. Ele também ordenou aos servos que deixassem boas espigas para trás, para que Rute pudesse colher (Rt 2:15-16). Boaz foi generoso. Aliás, o campo de Boaz era um lugar diferente. No livro de Juízes não há muitos indícios de que o povo mantivesse recordação de Deus, ou que tivesse intimidade com Ele. Mas o campo de Boaz era uma esfera de bênção, de generosidade, de amizade. Até os rapazes falavam acerca de Deus com ternura. Diziam: “O Senhor te abençoe”. Dizer “Deus te abençoe” pode ser algo impessoal, mas eles usavam o título “o Senhor”, por que tinham intimidade com Ele.
Por fim, Boaz se tornou o resgatador de Rute, isto é, usou das prerrogativas de parente e casou-se com ela, para dar-lhe amparo. Havia outro parente mais próximo, mas este não quis pagar o preço por Rute (Rt 4:6). Há muitas pessoas que nos cercam, a quem dedicamos atenção, mas não estão dispostas a pagar o preço que o Senhor pagou por nós. O final do livro de Rute nos mostra que “Salmom gerou a Boaz, Boaz gerou a Obede, Obede gerou a Jessé, e Jessé gerou a Davi” (Rt 4:21-22). O rei Davi, em seu tempo, foi um homem segundo o coração de Deus, que pastoreou o povo de Deus e os conduziu a amar o Senhor. O livro de Mateus, escrito quase 1500 anos depois, inicia dizendo: “Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão”. E foi assim que a história de Rute se tornou parte da história de Deus.
Jovem, a igreja é um lugar diferente. Aqui Deus quer dar-nos amparo. A igreja não é um lugar de cobrança ou restrição. A igreja é um campo de bênção, generosidade, amizade, fraternidade e amor. O Senhor quer nos resgatar, mudar nossa história. Ele quer nos tirar do ambiente de confusão, de isolamento, para um lugar onde a vida é gerada e pode crescer. O Senhor nos ama. Ele deseja guardar-nos em Sua presença, em comunhão com Ele. É na igreja que temos aqueles que nos ajudam a rebuscar espigas, aqueles que têm intimidade com o Senhor e conseguem encontrar suprimento abundante na Palavra. Na igreja temos uma lei diferente, a lei do Espírito, que nos conduz a viver em Deus.
A igreja é também o ambiente podemos gerar pessoas para Deus. Nos últimos 5 versículos do livro de Rute o verbo “gerou” aparece pelo menos 9 vezes. Quando nossa história muda, quando vivemos pela lei do Espírito, quando permanecemos na vida normal da igreja, muitos serão pastoreados, conduzidos a Deus. Jovem, é tempo de cuidar de alguém. Leve outros jovens a conhecerem o Senhor, a terem sua história mudada. Cuide dos outros jovens da igreja. Seja a continuação da história de Deus na sua cidade. O resultado final de nossa história com Deus é o estabelecimento do Seu reino. “Ele reinará pelos séculos dos séculos”, “se perseveramos, também com Ele reinaremos” (Ap 11:15; 2 Tm 2:12).
Fonte: Rádio árvore da vida

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Só um toque Teu Senhor!

Só o maravilhoso toque do Senhor Jesus pode nós livrar de todo pecado.


Cremos Que

Árvore da Vida - Dong Yu Lan
  1. Deus é único e triúno - o Pai, o Filho e o Espírito - coexistindo em igualdade de eternidada a eternidade;
  2. O Filho de Deus, sendo o próprio Deus, encarnou-se para ser um homem, de nome Jesus, nascido da virgem Maria, para ser nosso Redentor e Salvador;
  3. Jesus, um homem genuíno, viveu nesta terra por trinta e três anos e meios para tornar Deus Pai conhecido dos homens;
  4. Jesus, o Cristo ungido por Deus com Seu Espírito Santo, morreu na cruz por nossos pecados e derramou Seu sangue para o cumprimento de nossa redenção;
  5. Jesus Cristo, depois de sepultado por três dias, ressuscitou dos mortos, e que, em ressurreição, tornou-se o Espírito que dá vida para transmitir a Si mesmo para dentro de nós como nossa vida e tudo para nós;
  6. Após Sua ressurreição, Cristo ascendeu aos céus e Deus O fez Senhor de todas as coisas;
  7. Após Sua ascensão, Cristo derramou o Espírito de Deus para batizar Seus membros escolhidos para dentro de um único Corpo e que o Espírito de Cristo está se movendo na terra para convencer pecadores, regenerar o povo escolhido de Deus, habitar nos membros de Cristo para seu crescimento em vida e para edificar o Corpo de Cristo com vistas à Sua plena expressão;
  8. No fim desta era, Cristo voltará para arrebatar os cristãos vencedores, julgar o mundo, tomar posse da terra e estabelecer Seu reino eterno;
  9. Os cristãos vencedores reinarão com Cristo no milênio e que todos os cristão participarão das bênçãos divinas na Nova Jerusalém, no novo céu e nova terra, pela eternidade.
  10. Fonte: àrvore da vida