quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Só um toque Teu Senhor!

Só o maravilhoso toque do Senhor Jesus pode nós livrar de todo pecado.


Cremos Que

Árvore da Vida - Dong Yu Lan
  1. Deus é único e triúno - o Pai, o Filho e o Espírito - coexistindo em igualdade de eternidada a eternidade;
  2. O Filho de Deus, sendo o próprio Deus, encarnou-se para ser um homem, de nome Jesus, nascido da virgem Maria, para ser nosso Redentor e Salvador;
  3. Jesus, um homem genuíno, viveu nesta terra por trinta e três anos e meios para tornar Deus Pai conhecido dos homens;
  4. Jesus, o Cristo ungido por Deus com Seu Espírito Santo, morreu na cruz por nossos pecados e derramou Seu sangue para o cumprimento de nossa redenção;
  5. Jesus Cristo, depois de sepultado por três dias, ressuscitou dos mortos, e que, em ressurreição, tornou-se o Espírito que dá vida para transmitir a Si mesmo para dentro de nós como nossa vida e tudo para nós;
  6. Após Sua ressurreição, Cristo ascendeu aos céus e Deus O fez Senhor de todas as coisas;
  7. Após Sua ascensão, Cristo derramou o Espírito de Deus para batizar Seus membros escolhidos para dentro de um único Corpo e que o Espírito de Cristo está se movendo na terra para convencer pecadores, regenerar o povo escolhido de Deus, habitar nos membros de Cristo para seu crescimento em vida e para edificar o Corpo de Cristo com vistas à Sua plena expressão;
  8. No fim desta era, Cristo voltará para arrebatar os cristãos vencedores, julgar o mundo, tomar posse da terra e estabelecer Seu reino eterno;
  9. Os cristãos vencedores reinarão com Cristo no milênio e que todos os cristão participarão das bênçãos divinas na Nova Jerusalém, no novo céu e nova terra, pela eternidade.
  10. Fonte: àrvore da vida

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O semeador.

Ouça e cante conosco!
  
O Semeador saiu a semear,
A semente santa em cada coração.
 Mas, na dura terra precisa trabalhar,
Para pedras e espinhos arrancar
E assim, com vigor, frutificar.
Trabalha Senhor meu coração,
 Na mente, vontade e emoção,
 Não quero assim permanecer.
Desejo, então, me arrepender,
E a Tua palavra obedecer,
 Esta é a minha oração!
Remove as pedras,
prepara a terra,
 Cresce em mim Senhor,
faz-me frutificar.
Em boa terra,
que sempre anela
Por Tua voz ouvir,
torna o meu coração.

domingo, 6 de novembro de 2011

Sublime privilégio é seguir o Senhor!

Para o desfrute dos Irmãos...
Vamos! Vamos!
Vamos - Rádio Árvore da VidaEm certa ocasião, um marido, preocupado com o horário e não querendo chegar atrasado à reunião da igreja, já saindo de casa, começou a gritar para a esposa: “Vamos! Vamos!” Não demorou muito, em seu interior ele sentiu como que uma doce voz lhe perguntando: “Por que você não ajuda sua esposa a arrumar sua própria desorganização? Assim vocês dois chegarão no horário à reunião!” Imediatamente ele obedeceu àquele sentimento interior e foi ajudar sua esposa;em pouco tempo, tudo já estava pronto e ambos puderam ir felizes para a reunião.
Muitos maridos não sabem que uma pequena ajuda em casa pode liberar suas esposas para servir ao Senhor com alegria. Principalmente os casais que já têm filhos, quantos detalhes são importantes para atentar antes de, por exemplo, ir a uma reunião da igreja: ajudar a dar banho nas crianças e vesti-las; preparar as mamadeiras; procurar as Bíblias e hinários etc. Mas, como no caso descrito acima, há maridos que só se importam com seus relógios e com os horários. Alguns até deixam esposa e filhos para trás a fim de manter a aparência de irmão que sempre chega na hora. Além disso, infelizmente, muitos homens, após se casarem, tratam suas esposas como se fossem suas empregadas.
O apóstolo Pedro, experiente nesse assunto, disse que os maridos deviam viver a vida comum do lar com discernimento (1 Pedro 3:7). Também, complementa ele,  devem tratar as esposas com dignidade, isso é, honrar, apreciar e valorizar suas próprias esposas. Apesar de serem um vaso mais fraco, as esposas não devem ser tratadas como objeto ou como empregadas. Elas foram escolhidas por Deus para cooperar com os maridos no sagrado encargo de servir o Senhor. Se elas forem humilhadas pelos maridos, ficarão tristes e terão muita dificuldade de orar com eles, e as orações serão interrompidas. Quando isso acontece, há uma grande perda para o Senhor, para a igreja e, evidentemente, para o casal.
A vida comum do lar pode parecer sem graça, mas na verdade é uma grande oportunidade para os cônjuges herdarem a mesma graça de vida: a graça de serem salvos de si mesmos. A nossa espiritualidade é testada nas circunstâncias do dia-a-dia. Se as esposas são tratadas dignamente, como Pedro nos admoesta a fazer, como co-herdeiras da mesma graça de vida, também poderão expressar o inestimável tesouro que há nelas. Haverá uma vida de oração normal, e estarão permitindo a salvação de Deus operar em toda a família. Que possamos desfrutar juntos da vida comum do lar e também juntos desfrutar da graça de servir o Senhor. Vamos, vamos ajudar um ao outro a crescer em vida!  Vamos, vamos aumentar as orações! Vamos, vamos juntos servir e expressar nosso glorioso Senhor!
“Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (1 Pedro 3:7).
Fonte: Rádio àrvore da vida

Um domigo de oração!

Experimente! O poder da oração.

O evangelho tem avançar.

Venha você também orar conosco.

sábado, 5 de novembro de 2011

A ceia do Senhor

Alcançando o índice

Hoje, um grupo de vencedores está sendo preparado. São pessoas sob um treinamento intenso e, por vezes, duro. Talvez em sua escola haja vários deles, também em sua família e, com certeza, você é um deles. Jovem cristão, você é um representante da família e do povo de Deus. Ele conta com você para participar de uma prova que não apenas resultará em prêmio e coroação para aquele que vencer, mas também afetará para sempre a história do universo. A Bíblia nos fala da
batalha do Armagedom, na qual, seguindo nosso Capitão, Jesus, o Verbo de Deus,  conquistaremos a terra de volta para Deus (Apocalipse 19:11-21; João 1:1, 14). Aqueles que participarem desse evento serão vencedores e reinarão com Cristo no reino milenar (Apocalipse 20:4-6). Todos fomos convocados para participar dessa equipe vencedora. No entanto, é necessário atingir um nível mínimo em pelo menos três índices: misericórdia, graça e justiça.
Misericórdia
O Senhor nos elegeu antes da fundação do mundo (Efésios 1:4). Nossa eleição não depende de obras ou de qualquer característica de nossa personalidade e caráter. Não há nada que possamos fazer para anular essa eleição. Por outro lado, não há nada, nenhum ato, pensamento ou sentimento que possamos apresentar como motivo para termos sido escolhidos por Deus. Ele simplesmente nos amou. Fomos eleitos segundo a presciência de Deus. Ele sempre soube quem somos e o que fazemos e, ainda assim, antes da criação, nos amou e elegeu (1 Pedro 1:1-2). Isso é misericórdia.
Todos nós, filhos de Deus, somos alvo de tal misericórdia. O Senhor espera que cada eleito valorize sua eleição e viva de acordo com esse chamamento. Jovem, você não é mais comum. Você foi eleito e chamado. Por isso, Pedro disse, “Segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: sede santos porque Eu sou Santo” (1 Pedro 1:15-16).
Não nos tornamos santos, isto é, separados para Deus, de uma hora para outra. Não desanime. O Senhor quer fazer um contrato conosco: desde que queiramos, e permitamos, “Ele mesmo nos há de aperfeiçoar, firmar, fundamentar e fortificar” (1 Pedro 5:10). Se fecharmos o contrato, o Senhor proverá situações para sermos treinados, depurados, assim como o ouro é depurado pelo fogo (1 Pedro 1:6-7). Ele também nos dará a alimentação adequada, o genuíno leite da Palavra (1 Pedro 2:2). Além disso, seremos introduzidos no mais avançado e completo centro de treinamento: a vida normal da igreja (1 Pedro 2:4-9). Jovem, não despreze a misericórdia de Deus, feche logo o contrato! Para fechar o contrato e começar a desfrutar tudo o que o Senhor preparou, basta orar: “Senhor, muito obrigado por Tua misericórdia. Quero sempre ser grato pelo que fizeste para me socorrer. Mesmo não merecendo, mesmo sendo um pecador, Tu vieste aqui e morreste por mim. Que amor! Senhor, quero consagrar toda minha vida a Ti e sempre Te amar e servir”.
Graça
Uma vez que tenhamos vencido a primeira etapa – receber a misericórdia de Deus –, há mais uma prova: a salvação. Não é suficiente fechar o contrato com o treinador, precisamos começar a treinar. Nosso alvo, o fim de nossa fé, é a salvação de nossa alma. Mais uma vez, vencer não depende de quão capazes ou obstinados sejamos. Não basta querer. Aliás, um homem pode ganhar todo o mundo e ainda assim perder sua alma (Mateus 16:26). O Senhor disse que não há nada que possamos dar em troca de nossa vida. Não há nenhuma obra, nenhuma conquista, nada que, partindo de nós, resulte em salvação. Somos salvos tão-somente pela graça, mediante a fé. E isto não vem de nós. É dom de Deus (Efésios 2:8).
Em suas epístolas, Pedro fala da graça pelo menos dez vezes. Em todas elas, graça está relacionada a nosso relacionamento com Deus. Algumas vezes, Pedro fala da graça relacionada ao pleno conhecimento de Cristo (2 Pedro 1:2; 3:18). Obter graça depende de conhecer Cristo. Isto é, quanto mais tempo despendemos em oração, quanto mais lemos e praticamos a Palavra, mais graça desfrutamos. É como se a graça, que não depende de nós, fosse a comida na geladeira. Para desfrutar o rico suprimento dado por Deus, basta ir ao lugar certo, tomar e comer. Receber graça não depende de nós, mas desfrutá-la é nossa responsabilidade. Jovem, não se desvie do caminho da graça. Voltar-nos ao Senhor constantemente é a maneira de desfrutarmos Sua graça. Pois Ele concede Sua graça aos humildes (1 Pedro 5:5).
Justiça
Por fim, precisamos ser diligentes para confirmar nossa vocação e eleição, para não tropeçar em tempo algum. Dessa maneira, nos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (2 Pedro 1:10-11). Mas o que é o reino? Hoje, o reino é justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Romanos 14:17). O mundo não pode ver o reino dos céus, pois este se manifestará quando Cristo vier, na revelação de Sua glória (1 Pedro 4:13). Mas nós podemos ver e viver a realidade do reino, a igreja (Mateus 16:18-19). Isso quer dizer que a vida do reino dos céus é a vida normal da igreja, e essa vida é uma vida de justiça, paz e alegria. Justiça é fazer a vontade de Deus. Fazer a vontade de Deus é fazer o que Ele quer fazer. O Senhor Jesus disse que Sua comida consistia em fazer a vontade do Pai e completar Sua obra (João 4:34). Deus tem uma obra; justiça é completá-la.
Para fazer a obra de Deus, precisamos fazer as coisas de acordo com a maneira Dele. Precisamos ter a paciência de Deus, a perseverança de Deus, o amor de Deus. Mas, como nós, homens pecadores, podemos ter os atributos de Deus? Pedro percebeu o caminho: fomos regenerados, recebemos a vida de Deus; agora, essa vida deve crescer em nós, a fim de que se manifeste Sua natureza. E a maior expressão da natureza divina é o amor (1 Pedro 1:3; 2 Pe 1:3-9). Assim, para confirmar nossa vocação e garantir nossa entrada no reino de justiça, precisamos permitir que a vida e a natureza de Deus cresçam e se expressem em nós. Isso significa que não apenas desfrutamos a graça, mas também somos transformados. Não apenas participamos das reuniões, das conferências, mas somos transformados em cada evento, em cada situação. Dessa maneira, nosso viver será cheio de frutos de justiça, dos frutos do Espírito, que são a expressão da natureza divina em nós (2 Coríntios 9:10; Gálatas 5:22; 2 Pedro 1:8). É assim que nos tornamos vencedores, filhos maduros, que cooperam com Deus: desfrutando misericórdia, graça e justiça.
Fonte: Rádio árvore da vida

Ao cheiro das águas

Quem Somos

Rádio Árvore da Vida - Dong Yu LanSomos aqueles que praticam é da testemunho da unidade do Corpo de Cristo nas cidades. Nosso desejo é edificar a Igreja com todos os cristãos genuinamente salvos e regenerados, expressar a unidade e praticar o amor fraternal com todos os irmãos, tal qual é o desejo de nosso Deus e Pai e de seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo.
De acordo com a Bíblia, Novo Testamento, a igreja é o resultado do desfrute de Cristo pelos cristãos. Ela possui tanto o aspecto universal, abrangendo todas as épocas, desde a primeira vinda de Cristo até a Sua Segunda vinda, como também o aspecto local, onde o Senhor Jesus é expressado na igreja em cada localidade. Esta foi a prática no princípio da vida da igreja, como revelado em todo o Novo Testamento. Desta forma o Apóstolo Paulo quando escrevia suas epístolas aos cristãos, ele as endereçava para a Igreja em sua respectiva cidade, como por exemplo: a “Igreja em Jerusalém”, a “Igreja em Corinto”, a “Igreja em Éfeso” e assim por diante.
Em Apocalipse, o Senhor Jesus escreveu cartas às sete (cidades) igrejas da Ásia. Portanto, a expressão da igreja é tanto universal (em seu aspecto místico) como local (em seu aspecto prático), isto é, todos os cristãos genuinamente salvos e regenerados que residem em uma cidade pertencem à igreja daquela localidade. Portanto, nosso testemunho é viver e expressar tal unidade gloriosa e maravilhosa e proclamar com todos os irmãos: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos” (Salmos 133:1).
Fonte: Rádio árvore da vida

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Igreja em Pirapora MG

COMO RESOLVEMOS NOSSOS PROBLEMAS?

fevereiro 23, 2011
O homem caído tem dificuldades para se envolver com as coisas de Deus (Mateus 26:36-45). Somos fortes demais para algumas coisas, mas muito fracos para outras. Quando o Senhor Jesus estava prestes a ir para a cruz, Ele chamou Seus mais íntimos discípulos para orar. Ele queria escoar um pouco Sua tristeza pela oração, queria sentir Seus principais discípulos a Seu lado. Ele imaginou que pudesse contar com Pedro e com os dois filhos de Zebedeu (Tiago e João).
Enquanto o Senhor, como uma azeitona, estava sendo pisado para virar azeite, Seu mais caloroso e empolgado discípulo dormia. Ele dormia enquanto o Senhor sofria. Por três vezes ele se achou dormindo até que o Senhor percebeu que não tinha em Pedro um companheiro na hora mais dura de sua vida terrenal: “Ainda dormis e repousais! Eis que é chegada a hora, e o Filho do homem está sendo entregue nas mãos de pecadores. Levantai-vos, vamos! Eis que o traidor se aproxima. Falava ele ainda, e eis que chegou Judas [...]”. Pedro não conseguia fazer aquilo que era mais básico, orar. Nossa alma não aprecia as coisas de Deus, ela não gosta de ler a Bíblia, pregar o evangelho, ofertar e outras coisas relacionadas com Deus. Mas tão logo os que iam prender Jesus chegaram, todos conduzidos por Judas, ele, Pedro “sacou da espada e, golpeando o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe a orelha” (vs. 47-51). A alma tem indisposição para as coisas de Deus, mas, quando é para agir com relação às coisas naturais, ela se levanta com muita força. Não sabemos se Pedro acertou a orelha ou errou a cabeça do servo do sumo sacerdote; a verdade é que, em nosso natural, somos muito fortes. Nossa alma é selvagem. Pedro avançou todos os “sinais vermelhos” e agiu por conta própria colocando em risco tudo o que o Senhor estava planejando.
O Senhor, que era cheio de amor, chamou ainda Judas de amigo e colocou a orelha do servo no lugar. Ele estava desfazendo o que Pedro fizera. O Senhor é assim, o tempo todo está desfazendo o que nossa alma precipitada faz. Quantas coisas negativas já fizemos e quantas dessas o Senhor teve de remendar?! Se o Senhor não remendasse a maioria das coisas que fazemos, enfrentaríamos muitos problemas em nossa vida, mas Ele, mesmo sem o sabermos, está continuamente colocando no lugar a “orelha do servo do sumo sacerdote que cortamos”.
Como você resolve seus problemas: com agressão, gritos, xingamento ou no Senhor e com o Senhor? Muitos cristãos resolvem suas demandas “sacando da espada”. Tome cuidado: nossa alma é forte e agressiva; ela é capaz de mais coisas do que imaginamos. A violência entre as pessoas cresce cada vez mais. Sem saber, muitos estão “cortando a orelha” das pessoas por onde passam. Essa é nossa alma e é por isso que ela precisa de transformação.
O texto acima foi extraído do Jornal Árvore da Vida, edição  número 190. Caso queira fazer sua assinatura ou deseje receber um exemplar em sua casa, entre em contato conosco e lhe diremos como proceder, ou simplesmente acesse o site do JAV.

Corre e fala a este jovem

maio 5, 2010
Lançar Âncoras!
Quantas vezes passamos por temporais em nossa vida. Quantas vezes perdemos o rumo e ficamos dando voltas. Quantas vezes nos desesperamos e nos agarramos a qualquer coisa que esteja ao nosso redor numa desesperada tentativa de sobreviver e naufragar. Que fazer?
Há uma esperança! Ao vermos o mar tentando nos tragar, é hora de lançarmos a âncora. É hora de ancorarmos na Palavra de Deus. É hora ancorarmos na promessa de Deus. Talvez você pergunte: que promessa é essa e como podemos saber se a promessa é para nós? Em Gálatas 3:14, vemos que a promessa de Deus é o Espírito: “Para que a benção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos pela fé o Espírito prometido” e o versículo 22 diz: “Mas a escritura encerrou tudo sob o pecado, para que mediante a fé em Jesus Cristo fosse a promessa concedida aos que crêem”. Baseados nesses versículos vemos que Deus prometeu o Espírito, e essa promessa é dada a todos os que crêem.
Nós já recebemos o Espírito (Romanos 8:11, 15, 16). Cristo já habita em nós (2 Coríntios 13:5). Existe algum problema que seja insolúvel (Gênesis 18:14)? Existe algo maior do que o Senhor que habita em nós? É preciso crer. Quando cremos, temos esperança. Cremos em Deus, na Sua Palavra e na Sua promessa (Números 23:19; Josué 21:45). Não devemos crer nos nossos sentimentos, que são oscilantes nem nas circunstâncias, que mudam. Deus, na Sua Palavra, nos diz que Cristo é a nossa vida (Colossenses 3:4). Você crê nisso? Você pode proclamar isso? A Palavra de Deus também nos diz que somos mais que vencedores por meio Daquele que nos amou (Romanos 8:37). E nisso, você crê? Ele diz-nos que Sua graça nos basta (2 Coríntios 12:9). Você crê nisso?
Algumas vezes o seu sentimento talvez diga que tudo isso parece não ser o bastante para a situação por que você está passando. É nesse instante que devemos perceber uma coisa: ou Deus ou meu sentimento está mentindo. Quem é mais confiável? Deus ou nossos sentimentos? “Por isso Deus, quando quis mostrar mais firmemente aos herdeiros da promessa (que somos nós) a imutabilidade do seu propósito, se interpôs com juramento para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta; a qual temos por âncora da alma, segura e firme, e que penetra além do véu” (Hebreus 6:17-19). É impossível que Deus minta! Isso nos dá um forte alento e faz-nos correr para o refúgio que é o próprio Cristo. Podemos ter esperança! Nossa alma, que estava à deriva no temporal, agora lançou âncora em algo firme, que penetra além do véu, isto é, no Santo dos Santos, que é o nosso espírito, onde Deus está.
Deus também deseja testar a nossa fé. Toda fé precisa ser testada pelas seguintes razões. Deus testa nossa fé para que possamos crescer. Ao sermos testados na nossa fé, percebemos que necessitamos de graça. Deus também testa nossa fé para que tenhamos uma fé genuína e verdadeira, que pode passar por provas, como diz 1 Pedro 1:7 “Para que o valor de nossa fé, uma vez confirmado, muito mais precioso do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo”. A nossa fé testada e aprovada é mais preciosa que o ouro perecível. Devemos orar: “Senhor, obrigado por tudo o que Tu és. Obrigado por poder crer em Ti e confiar em Ti. Graças Te dou pelas Tuas promessas e pela Tua Palavra que me dá vida e me fortalece. Senhor, todas as pessoas passam por dificuldades e tribulações, mas eu posso crescer e Te glorificar no meio das tribulações. Hoje posso Te louvar em vez de reclamar. Senhor, a Tua graça me basta!”
O texto acima foi extraído do Jornal Árvore da Vida, edição do ano 8 – número 75. Caso queira fazer sua assinatura ou deseje receber um exemplar em sua casa, entre em contato conosco e lhe diremos como proceder, ou simplesmente acesse o site do JAV.

Aos Pais

março 31, 2010
Na edição anterior, quando falamos sobre Enoque, vimos que, como pais cristãos, precisamos andar com Deus para que nossos filhos tenham um referencial. Não é só apontar o dedo para determinada direção e pronto; precisamos andar na frente para que eles possam seguir-nos. A razão do fracasso de tantas famílias cristãs é que os pais esperam que os filhos sejam melhores do que eles. Esperam que os filhos não amem o mundo, que amem o Senhor, enquanto eles mesmos, os pais, estão envolvidos com as coisas do mundo. Tal expectativa é fútil. É de vital importância que os pais tenham ao menos o mesmo padrão que desejam para os filhos. Não podemos estabelecer algo para eles e nós mesmos não vivermos desse modo. O padrão que seguimos nas coisas espirituais tornar-se-á o de nossos filhos.
Uma criança pode apanhar da mãe por que mentiu. Entretanto, pode ser que tanto o pai como a mãe daquela criança pratiquem as chamadas “pequenas” mentiras. Como podemos ajudar nossos filhos se adotarmos dois padrões: um para eles e outro para nós?
Não teremos êxito na criação de nossos filhos se vivermos de uma maneira e, contudo, tentarmos ensinar outra a eles. O que os filhos vêem em nós é o que vão ser. Se eles virem em nós mentiras e não honestidade, de nada adiantará que indiquemos a eles o caminho da honestidade. Somente poderemos conduzir nossos filhos, como Enoque fez com os dele, se andarmos com Deus. Rigorosamente falando, andar com Deus hoje é mais simples que na época de Enoque. Deus, que é o Espírito, habita em nosso espírito. Logo, andar com Deus equivale a andar e viver no espírito, como é mencionado em Gálatas 5. De acordo com esse capítulo, se quisermos saber se estamos andando no espírito ou não, basta verificarmos os frutos que temos produzido em nosso viver diário. Tais frutos poderão, também, ser vistos em nós, pelos nossos filhos que, assim, poderão amar o que amamos e valorizar o que valorizamos. Portanto, devemos estabelecer um único padrão para nós e nossos filhos.
Que padrão maravilhoso! Uma vez estabelecido o padrão, devemos permanecer na presença de Deus para que possamos mantê-lo. Lembremo-nos de que nossos filhos estão nos vigiando. Eles nos observam todo o tempo. Por conviverem conosco, conhecem-nos e sabem se estamos sendo sinceros no que falamos ou fazemos.
Quão belo é o quadro de Enoque andando com Deus! Mais belo ainda é vermos que essa prática hoje é acessível a nós e pode tornar-se nossa realidade.
O texto acima foi extraído do Jornal Árvore da Vida, edição do ano 8 – número 75. Caso queira fazer sua assinatura ou deseje receber um exemplar em sua casa, entre em contato conosco e lhe diremos como proceder, ou simplesmente acesse o site do JAV.

Junto às águas de descanso

março 20, 2010
Telefonema para Deus
- Papai o que é oração?
- Bem, oração é um telefonema que a gente dá para conversar com Deus e Deus conversar conosco.
- Então, o telefone de Deus deve estar com defeito.
- Por que você diz isso?
- Por que eu só ouço você falando, falando e por fim diz “Amém!” e desliga o telefone!
Muitos são os que se aproximam de Deus tão somente para cumprir uma obrigação religiosa de “elevar os pensamentos a Deus” ou lembram-se de Deus somente em ocasiões de necessidade. É claro que, para esses, o “telefone” de Deus estará com defeito. Na verdade, a “ligação” não foi completada, pois o “número” de Deus é: fé e coração limpo.
Ao orar, creia; ao orar, não apenas peça, mas ouça também; ao orar, não se preocupe com o tempo da “ligação”, mas em ouvir a resposta de Deus.
O texto acima foi extraído do Jornal Árvore da Vida, edição do ano 8 – número 75. Caso queira fazer sua assinatura ou deseje receber um exemplar em sua casa, entre em contato conosco e lhe diremos como proceder, ou simplesmente acesse o site do JAV.

Leitura recomendada

março 18, 2010
A Visão do Tabernáculo
O tabernáculo foi erigido há mais ou menos três mil e quinhentos anos e era uma edificação peculiar: uma grande tenda, coberta com peles de animais e cercada por cortinas de linho fino, era o centro do viver de um povo que vagava pelo deserto. Dentro daquela tenda, via-se aqui e ali o brilho do ouro, e no átrio exterior havia fumaça incessante de sacrifícios oferecidos a Deus. E o mais impressionante: havia sempre uma coluna de nuvem ou de fogo sobre o tabernáculo! Quando a coluna se movia, o povo desmontava o tabernáculo e partia; onde ela parava, a tenda era novamente erguida.
O tabernáculo já não existe, mas seu significado espiritual é muito atual e prático. Moisés edificou o tabernáculo conforme o modelo que Deus lhe mostrara no monte. Provavelmente, ele desconhecia que, além de ser um lugar físico para adoração a Deus, a grande tenda simbolizava muitas realidades espirituais. Dong Yu Lan, em A Visão do Tabernáculo, desvenda aspectos importantes da experiência com Cristo e do serviço a Ele; revela como devem ser os que servem a Deus e qual é a Sua incumbência para eles. Além disso, revela como Deus pode concretizar Seu grande desejo: ter um povo separado para Si, no qual possa habitar. Leia e pratique!
A sinopse acima foi extraída do livro: A Visão do Tabernáculo, publicado pela Editora Árvore da Vida. Caso queira adquirir este livro, entre em contato conosco e lhe diremos como proceder, ou simplesmente acesse o site da editora.

Achados

março 17, 2010
Precisando ancorar e encontrar segurança? É fácil, basta lembrar-se do Salmo 46:1 que diz: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações”. Não é gostoso estar ancorado nessa verdade? Para tomar posse da Palavra de Deus e mais especificamente do versículo acima, experimente tomá-lo, palavra por palavra, e transformá-lo em sua própria oração ao Senhor. Essa experiência vale a pena! As melhores palavras para nossas orações são as do próprio Deus. Você verá que, usando essa maneira simples de orar, suas orações serão mais eficientes e a Palavra de Deus passará a fazer parte de sua constituição.
O texto acima foi extraído do Jornal Árvore da Vida, edição do ano 8 – número 75. Caso queira fazer sua assinatura ou deseje receber um exemplar em sua casa, entre em contato conosco e lhe diremos como proceder, ou simplesmente acesse o site do JAV.

O que Deus uniu…

março 15, 2010
É bom sentir ciúmes?
A questão é extremamente polêmica, pois é muito difícil precisarmos até que ponto sentir ciúmes é benéfico ou maléfico ao relacionamento de um casal. Uns atribuem ao ciúme um sentimento de zelo necessário para a manutenção do casamento imaculado. Outros já vêem o ciúme como um sentimento doentio, extremamente possessivo e destrutivo. Afinal, sentir ciúmes é bom para o casamento ou não? Devemos deixar nosso cônjuge fazer o que quer, falar e sair com quem quiser? Ou devemos controlar cada passo seu, vigiando seus movimentos, suas conversas, seus olhares?…
Uma vez que vivemos em uma sociedade corrompida quanto aos valores morais, na qual não mais se respeita o fato de alguém ser casado, tampouco se tem temor de Deus, é normal que tenhamos um sentimento de zelo por nosso cônjuge. Porém, certamente esse sentimento de ciúme, ou zelo, precisa ser medido e equilibrado com um relativo sentimento de confiança. Dizemos “relativo” por que quem é totalmente confiável? Sem dúvida, a carne humana é corrompida e não é confiável (Filipenses 3:3; Romanos 7:18). Tenha você vinte, quarenta ou mesmo setenta anos de idade, seja culto ou ignorante, a carne que possui ainda é uma carne de pecado. Mas se um casal ama a Cristo e busca viver em Sua presença, se os dois oram juntos, participam de reuniões para ouvir a Palavra de Deus, e por outro lado, possuem um relacionamento aberto, conversam sobre tudo, há carinho e qualidade, por que ainda alimentar a desconfiança?
O grande problema é para onde estamos direcionando nossos sentimentos: para a carne ou para o espírito? (Romanos 8:6). Se nosso cônjuge é alguém que se deixa controlar pelos desejos carnais, nossa desconfiança jamais poderá ajudar-nos a controlá-lo, restringi-lo ou mesmo impedi-lo de fazer o que pensa. Tudo que precisamos fazer é primeiramente ser alguém que vive no espírito, em comunhão com Deus. A experiência mostra que o ciúme exagerado só desgasta o relacionamento. Além disso, a Palavra de Deus mostra que se prostituição é obra da carne, ciúme também o é (Gálatas 5:19,20). Se ao invés de confiar em si mesmo para controlar seu cônjuge, você confiar em Deus e buscá-Lo de todo o coração, fique tranqüilo(a): Deus é um Deus zeloso pelo Seu povo. Não iria Ele zelar por seu cônjuge? Portanto, não faça do ciúme o problema de seu casamento, mas entregue seu cônjuge a Deus. “Ou supondes que em vão afirma a Escritura: É com zelo que por nós anseia o Espírito, que Ele fez habitar em nós?” (Tiago 4:5 – lit.).
O texto acima foi extraído do Jornal Árvore da Vida, edição do ano 8 – número 75. Caso queira fazer sua assinatura ou deseje receber um exemplar em sua casa, entre em contato conosco e lhe diremos como proceder, ou simplesmente acesse o site do JAV.

Os Terceiros 2000 Anos

março 3, 2010
A história da humanidade está chegando aos seis mil anos. Nesta seção do JAV, temos procurado transmitir aos leitores os aspectos cruciais da história do homem em relação ao plano eterno de Deus durante esse tempo. Visando facilitar nosso entendimento, à luz da Bíblia, dividimos esse período em três etapas de dois mil anos. Graças a Deus estamos vivendo no final do terceiro período, num momento importante que antecede a iminente volta de Cristo. A esse período chamamos de era do Espírito da realidade. Hoje, o pecado não deveria constituir-se um problema para nós, pois fomos dele libertados pela lei do Espírito da vida (Romanos 8:2). O maior problema que nós enfrentamos, que nos impede de prosseguir na carreira espiritual, é a vida da alma, que é a vida humana caída, corrompida pelo pecado e que tem prazer em pecar. Portanto, a única solução é termos uma nova vida, uma vida que seja santa e que não peque: precisamos nascer de Deus.
A vida humana gosta do pecado. É o que vemos em qualquer cidade, especialmente nas noites e em certas épocas do ano: as pessoas entregam-se ao pecado com avidez. Provavelmente, nós também participávamos disso, pois a única vida que tínhamos era essa que se alegrava em pecar. Mas um dia, a vida divina entrou em nós, regenerando-nos. Porém resta um problema: por que, por vezes, voltamos a pecar? Por que a vida que recebemos de Deus, em nosso novo nascimento, não consegue crescer em nós? É que, embora tenhamos a vida divina, ainda possuímos a vida da alma. Assim, esses últimos dois mil anos têm sido o tempo disponível aos cristãos para resolver o problema da vida da alma. Lamentavelmente, neste período da historia da fé cristã, poucos têm, verdadeiramente, seguido o Senhor. Muitos aparentam segui-lo, por guardarem certas práticas religiosas e normas de conduta; mas quantos seguem, de fato, o Senhor? Seguir o Senhor é negar a nossa vida da alma hoje, isto é: rejeitar nossos gostos pessoais, preferências, necessidade de aprovação dos homens, carências etc. Você acha que tem poder para abrir mão de todas essas coisas? Isso implica muito sofrimento. Quem está disposto? Lembre-se: se estivermos no espírito, seremos capazes de negar a vida da alma e seguir o Senhor, pois somente o Espírito que habita em nós tem o poder para conduzir-nos a isso.
O texto acima foi extraído do Jornal Árvore da Vida, edição do ano 8 – número 75. Caso queira fazer sua assinatura ou deseje receber um exemplar em sua casa, entre em contato conosco e lhe diremos como proceder, ou simplesmente acesse o site do JAV.

Refletindo…

fevereiro 21, 2010
Síndrome do Abandono
“Ninguém se importa comigo! Ah! Se alguém me desse atenção, se alguém me ouvisse e compreendesse! As coisas seriam bem diferentes…” Estes são os pensamentos de milhares de pessoas, independente de sexo, classe social ou idade. Mesmo que estejam com um bom emprego e família, a impressão de um vazio interior e de certa desconsideração parece persegui-las. É difícil explicar; mas é possível sentir. É como uma síndrome do abandono ou da falta de atenção. Os sintomas são vários. O adolescente e o jovem ficam contrariados, com o semblante fechado, rebelam-se, recusam-se a falar, envolvem-se com músicas radicais e, sem solução, buscam as drogas. Os adultos mergulham no trabalho, entregam-se à bebida, não se animam com a vida conjugal nem com a de solteiro, tornam-se indecisos e, finalmente, buscam encontrar um “ser superior” ou algo que não interfira em sua maneira de viver, mas que o retire da dureza da realidade diária e apresente soluções rápidas, fáceis e baratas.
A impressão que se tem é que o homem está tentando chamar a atenção. Tal como uma criança que deseja o cuidado de seus pais, ele percorre a face da terra fazendo travessuras. Busca no espaço sideral encontrar vestígios de algo que o anime, enquanto a vida no planeta Terra está cada vez mais difícil. Uma angústia invade o homem, que percebe o tempo passar sem ouvir qualquer reação de um universo silencioso, diante da violência, da fome, das catástrofes e da morte. O principal morador, deste mundo tão pequeno diante das galáxias, não consegue respostas nas investigações conduzidas por si mesmo. As teorias dos extraterrestres não oferecem expectativas concretas acerca do mistério da vida humana. A teoria da evolução choca-se com a ciência. Os genes do “homem das cavernas” não têm semelhança com os do homem moderno, ou seja, são espécies diferentes. Quanto mais se debate, tentando descobrir seu passado e, assim, escapar de um futuro apocalíptico, mais claro fica que a origem e destino da humanidade apontam para a mesma direção: Deus.
É inevitável o encontro com o Criador. Ele está manifestando-se gradual e constantemente por meio das coisas criadas e da própria experiência humana. E o interessante disso tudo é que, para Deus, o homem é muito importante. O aparente desprezo do universo esconde um profundo anseio do Criador invisível em ser reconhecido e recebido pela Sua criatura mais complexa e difícil: o homem.
Pois assim diz o Senhor (…): Buscai-me, e vivei” (Amós 5:4)
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Conversa com o leitor

fevereiro 19, 2010
O Poder da Vida
Levantou-se grande perseguição contra a igreja em Jerusalém; e todos, exceto os apóstolos, foram dispersos (…) Entrementes os que foram dispersos iam por toda a parte pregando a palavra… E houve grande alegria.” (Atos 8:1,4,8).
O evangelho de Deus espalhou-se e alcançou outras partes da terra, por causa da assolação sofrida pela igreja em Jerusalém. Deus, em Sua soberania, permitiu que sobreviesse àqueles cristãos grande perseguição a ponto de terem de migrar para outras cidades. Esse fato, certamente, cooperou para que se cumprisse a profecia de Atos 1:8. Imagine uma árvore, carregada de sementes, sendo soprada por fortes ventos. O resultado é que suas sementes serão espalhadas e, ao cair, poderão germinar e multiplicar aquela espécie. Foi exatamente o que ocorreu com os primeiros cristãos.
Caro leitor, Deus deseja que Seu evangelho seja ouvido pelos homens em todos os lugares e, para tal, pretende usar-nos como Seus canais. Se, por algum motivo, viermos a nos acomodar, Ele levantará circunstâncias para despertar-nos a fim de permitirmos que a vida que Dele recebemos chegue, também, a outras pessoas. Às vezes, por causa de adversidades, mudamos de emprego, de bairro ou de cidade. Nessas ocasiões temos a tendência de murmurar contra Deus. Ao invés disso, deveríamos “cair” nesse novo lugar, como uma semente cheia de vida, e anunciar o evangelho às pessoas com as quais Deus nos colocou. Desfrute um pouco mais do poder da vida nos demais artigos destes artigos desta edição. Lembre-se de nós em suas orações e deixe-nos orar também por você, escrevendo-nos.
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