segunda-feira, 9 de março de 2015

Ceia do amor.

A Igreja em Pirapora - MG 
 convida a todos os irmãos e amigos 
para mais um encontro.


domingo, 25 de janeiro de 2015

Palestra


A Igreja em Pirapora - MG  convida a todos os irmãos
 para uma Paletra sobre:
"Uma vida Com Proposito e Qualidade  Inteiror."
Venham conferir e prestigiar a espansão do Reino de Deus na  Terra.
Jesus é Nosso Senhor!


terça-feira, 25 de novembro de 2014

Senhor remove o véu!

Cremos que
1 ) A Bíblia Sagrada é a revelação divina, verbalmente inspirada pelo Espírito Santo.
2 ) Deus é único e triúno – o Pai, o Filho e o Espírito – coexistindo em igualdade de 
eternidade a eternidade.
3 ) O filho de Deus, sendo o próprio Deus, encarnou-se para ser um homem, de nome
 Jesus, nascido da virgem Maria, para ser o nosso Redentor e Salvador.
4 ) Jesus, um homem genuíno, viveu na terra para tornar Deus Pai conhecido aos homens.
5 ) Jesus, o Cristo ungido por Deus com Seu Espírito Santo, morreu na cruz por nossos 
pecados e derramou Seu sangue para o cumprimento de nossa redenção.
6 ) Jesus Cristo, depois de ser sepultado por três dias, ressuscitou dos mortos, e que, 
em ressurreição tornou-se o Espírito que dá vida para transmitir a Si mesmo para dentro 
de nós como nossa vida e tudo para nós.
7 ) Após Sua ressurreição, Cristo ascendeu aos céus e Deus O fez Senhor e Rei de toda a criação.
8 )após Sua ascensão, Cristo derramou-se como o Espírito para batizar Seus membros 
escolhidos para dentro de um único Corpo e que o Espírito está se movendo na terra para
 convencer pecadores, regenerar o povo escolhido de Deus, habitar nesse povo para seu c
rescimento em vida e para edificar o Corpo de Cristo, a igreja, com vistas à Sua plena expressão.
9 ) No fim desta era, Cristo voltará para arrebatar os cristãos vencedores, julgar o mundo,
 tomar posse da terra e estabelecer Seu reino eterno.
10 )os cristãos vencedores reinarão com Cristo no milênio (mil anos) e que todos os 
cristãos participarão das bênçãos divinas na Nova Jerusalém, no novo céu e na nova terra, 
pela eternidade
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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Cristo É a Vida - Watchman Nee

ESCRITO POR WATCHMAN NEE. PUBLICADO EM WATCHMAN NEE

Índice de Artigos

watchamneeApós as palavras “Eu sou o caminho a verdade”, o Senhor continua com “e a vida”. Estamos conscientes do fato de que a vida surge espontaneamente na obra, mas a obra não pode ser um substituto para a vida. Devemos ser cristalinos aqui porque obra não é vida - pois vida não é esforço, vida é a pessoa de Cristo. Como as pessoas labutam para serem cristãos! Como estamos cansados pelo esforço diário. Quanto severa são estas doutrinas, pois elas exigem de nós humildade, generosidade, perdão, e longanimidade. Elas literalmente nosdesgastam. Muitos admitem que ser cristão é uma tarefa difícil. Isto é verdade especialmente para os crentes jovens. Quanto mais eles tentam, mais difícil ela se torna. Após terem tentado por um certo tempo, eles ainda não se tornaram semelhantes a um cristão. Irmãos e irmãs, se Cristo não é vida, devemos fazer a obra; mas se Ele é vida, então não precisamos batalhar. Repetidamente dizemos que a pessoa de Cristo é vida e que a obra não pode nunca substituir a vida.
Há um grave engano impregnado entre os filhos de Deus. Muita vida considerada como alguma coisa eles devem possuir pelas suas próprias forças, ou então não há vida. O que todos nós devemos compreender é, que se há vida não haverá de maneira alguma a necessidade de fazermos nós mesmos, mas aquela vida fluirá naturalmente. Considere por um momento como nossos olhos vêem e como nossos ouvidos ouvem. Nossos olhos vêem muito naturalmente e nosso ouvidos ouvem espontaneamente porque há vida neles. Devemos ser claros neste ponto: vida flui naturalmente na obra, mas a obra nunca é um substituto para vida. Algumas vezes a obra prova a ausência de vida ou a fraqueza de vida. Vida gerará moralidade, mas boa moralidade não é suplemento para vida. Por exemplo um irmão pode ser muito gentil,moderado e reservado. Alguém o elogiará, dizendo “A vida deste irmão não é má.” Não, ele usou a terminologia errada. Como o Senhor disse, “Eu sou a vida.” O quanto gentil, moderado e reservado este irmão possa ser, se estas coisas não vêem de Cristo elas não são reconhecidas como vida. É perfeitamente verdadeiro dizer que este homem tem um bom temperamento ou ele raramente causa alguma dificuldade ou ele sempre trata as pessoas bondosamente e nunca discute; mas não pode se dizer que ele tem uma vida espiritual rica. Se estas coisas são naturais para ele elas não são vida, porque elas não procedem de Cristo.
Outras pessoas acalentam um outro pensamento. Elas concluem que vida é poder. Ter o Senhor como nossa vida significa ser-nos dado Seu poder para fazermos o bem. Entretanto, Deus nos mostra que nosso poder não é uma coisa; ele é simplesmente Cristo. Nosso poder não é a força para fazer coisas; mas sim, uma Pessoa. Vida para nós não é somente poder mas também uma Pessoa. É Cristo quem se manifesta em nós, ao invés de usarmos Cristo para apresentar as nossas boas obras.
Certa vez um irmão assistiu uma reunião em certo lugar. Ele foi questionado por um cristão idoso, “Porque você vai àquela reunião?” “Porque lá há vida,” respondeu. O homem idoso disse, “Sinceramente, com respeito ao entusiasmo, nossas reuniões não são comparáveis às daquele lugar.” “Você não entende,” replicou o irmão. “Aquele lugar não tem ao menos uma atmosfera frenética.” “O que você quer dizer?” perguntou o irmão idoso. “Como pode haver vida se não há calor?” Respondeu o jovem irmão, “Não há nada disso nem mesmo barulho por lá, e ainda assim há vida. Porque vida necessariamente não tem que ser emocionalmente excitante ou entusiástica ou calorosa ou barulhenta.” Então o homem idoso filosofou, “Talvez as pessoas jovens gostem do fervor, mas eu prefiro palavras séria. Quando ouço palavras profundas, encontro vida. Acho que isto de fato é vida.” Mas o jovem irmão disse como resposta, “Por muitas vezes ouvi as palavras profundas a que você se refere, mas não encontrei nenhuma vida.” Queridos, da conversação entre este dois homens, podemos ver que vida não é emoções excitantes nem palavras profundas. Palavras de sabedoria, discursosinteligentes, argumentos lógicos e dissertações profundas não são necessariamente vida.
Não surpreendentemente, alguém irá perguntar, “Quão estranho que vida não é fervor nem pensamentos elevados. Onde, então, podemos encontrar vida? O que é vida afinal?” Confessamos que não temos uma forma melhor de expressar este assunto da participação na vida comunicada. Tudo o que podemos dizer é que ela é alguma coisa mais profunda do que emoção ou pensamento. Uma vez que alguém a encontra, ele imediatamente será avisadointeriormente. Isto é chamado de vida. Fone: rádio árvore da vida

domingo, 25 de maio de 2014

Invocar o nome do Senhor para ter a presença de Deus

ESCRITO POR DONG YU LAN. PUBLICADO EM NOSSA ATITUDE PARA COM AS VERDADES (2)

Msg 06 – A visão do tabernáculo [2] – (Êx: 25:20-22)
Um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade (SI 84:10).
Mt 24:45; Rm 8:9, 11; 1 Co 12:3; Hb 2:5-8
Alimento DIário, Dong Yu Lan, Árvore da Vida, Bookafé, Vida para TodosPelo novo e vivo caminho, temos livre acesso ao Pai, ao Filho e ao Espírito. De maneira prática, isso é possível quando invocamos o nome do Senhor. Ao fazê-lo, exercitamos nosso espírito e tocamos no Deus Triúno que nele habita (1 Co 12:3; Rm 8:9, 11).
Não tenhamos receio de buscar a presença do Senhor. Hoje temos livre acesso pelo sangue de Cristo. No passado era arriscado e temeroso para o sumo sacerdote, mas, para nós, hoje, é uma realidade desfrutável quando invocamos o Seu nome.
O tabernáculo e seus detalhes apresentam nossa caminhada para o crescimento da vida de Deus e o trabalhar do Senhor em nós. Que sejamos sábios em nos submeter ao Senhor, permitindo os "cortes" necessários na madeira de acácia. Seremos revestidos de Sua natureza santa, o ouro, e nos tornaremos "mobílias" úteis ao Senhor. Na prática, temos de negar a vida da alma para haver crescimento da vida divina em nós. Então, como servos prudentes, reinaremos com Ele no mundo que há de vir (Mt 24:45; Hb 2:5-8).
Só foi possível obter a visão do tabernáculo porque estávamos no espírito para ir além da letra. Quando exercitamos nosso espírito, lendo e orando a Palavra, desfrutamos das aplicações dessas porções em nossa vida.
A visão do tabernáculo resume-se no fato de que Deus quer unir-se ao homem em vida e natureza para cumprir o Seu plano. Nesse processo, podemos servi-Lo como ministros da nova aliança, no espírito. Devemos, portanto, cooperar com Ele na expansão do Seu reino, vencer o mundo, vencer a nós mesmos e ao pecado. Assim, manifestá-Lo-emos em nosso viver diário.
Que o Senhor seja misericordioso para conosco a fim de dar-nos a perseverança necessária para que tenhamos essa experiência viva e orgânica com Ele! Fonte: rádio árvore da vida

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Manjares perigosos - Arthur W Pink


PUBLICADO EM ARTHUR W PINK




manjaresQuando te assentares a comer com um governador, atenta bem para aquele que está diante de ti” (Pv 23:1).
Supõe-se que este verso tem pouca ou nenhuma aplicação para muitos de nossos leitores, visto como não há quase ninguém que possa vir, algum dia, a ser convidado para jantar com o presidente dos Estados Unidos ou com o rei da Grã-Bretanha. Infelizmente esse é o tipo de pensamento que pode encontrar lugar na mente de qualquer cristão. Infelizmente essa é a tendência de carnalizar a Palavra de Deus que é agora tão generalizada. Infelizmente esse é o [verso] que nossos intérpretes espirituais dos Oráculos Divinos têm quase banido da terra. Mas ainda que não haja um professor ungido para abrir as Escrituras, não deveria ser auto-evidente que o Espírito Santo nunca teria colocado um verso como este na Palavra se não possuísse aplicação para todos os do povo de Deus? E não deve esta mesma consideração nos levar a buscar em oração seu significado oculto?
“Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para aquele que está diante de ti”. Há outros “governantes” mencionados nas Escrituras, além dos civis. Não lemos sobre o “principais da congregação” (Êx 16:22), o “chefe da sinagoga” (Lc 8:41), bem como dos “dominadores deste mundo tenebroso” (Ef 6:12)? Perceba que nem todos os “chefes” da cristandade hoje foram escolhidos por Deus. De fato, longe disso. Pessoalmente o escritor duvida muito que dois a cada mil dentre os pregadores, ministros, e missionários, por todo mundo, foram chamados por Deus! Muitos deles se auto-indicaram, alguns foram enviados por homens, a maioria cresceu sobre a tutela de Satanás. O leitor atento dos Velho e Novo Testamentos perceberá que o número dos falsos profetas, em todas as eras, superavam em muito o número dos verdadeiros. É por essa razão que Deus nos ordena a “não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora” (I Jo 4:1). Por isso a admoestação dada em Provérbios 23:1 tem sempre sido atual para o povo de Deus prestar muita atenção, e talvez nunca tenha sido tão necessário dar um alerta sobre isso do que neste tempo apóstata e degenerado em que todos nós fomos lançados.

A pregação que ouvimos, e que em certa medida é absorvida, tem precisamente o mesmo efeito sobre nossas almas, assim como a comida que comemos tem efeito sobre nossos corpos: se for saudável, é nutritivo; se danosa, nos fará mal. “Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para aquele que está diante de ti”. É uns fatos trágicos que muitos dos próprios filhos de Deus são tão pouco espirituais, e tão ignorantes espiritualmente, que eles mal sabem como “atentar bem” o que está “diante deles”. Eles não sabem quais testes usar, nem como examinar o que ouvem. Se o pregador for “ortodoxo” e aprovado por aqueles que ele mesmo considera “sadios na fé”, eles pensam que sua mensagem deve estar correta. Se o pregador apenas crê nos “fundamentos” da fé, eles creem que deve ser um verdadeiro servo de Deus. Se o pregador se achega à letra das Escrituras, eles imaginam que suas almas estão sendo alimentadas com o verdadeiro leite da Palavra. Que tristeza a credulidade de tais almas desavisadas.
O leitor está prestes a perguntar, “Mas que outros testes devemos aplicar?” Vamos ajudá-lo a responder sua própria pergunta ao perguntar outra. Que critérios você aplica à comida material que você come? Você se satisfaz se ela foi preparada e cozida conforme os melhores livros de culinária? Claro que não. O principal é, o que sua comida produz? Ela satisfaz ou incomoda seu sistema digestivo? Ela promove ou ataca sua saúde? Nós concordamos, não? Muito bem, agora aplique a mesma regra ou teste à comida espiritual – ou, deveríamos dizer, mais acuradamente, a comida “religiosa” – que você está saboreando; que efeito ela está tendo sobre seu caráter e conduta, o que está produzindo no seu coação e na sua vida? Mas não devemos parar aí com uma mera generalização. Se as almas precisam de ajuda hoje, o servo de Deus deve ser preciso, e entrar em detalhes. Pondere cuidadosamente estas questões, querido leitor.
A pregação que você ouve entra no seu coração pelo poder do Espírito? Se não, qual o uso de ouvi-la? A pregação que você ouve lhe faz em pedaços, sonda sua consciência, lhe condena, e lhe faz clamar, “Desventurado homem que sou”? Ou ela traz mais informação para seu conhecimento, ministra ao seu prazer, e lhe faz sentir-se satisfeito consigo mesmo? Não trate estas questões levemente, nós lhe imploramos, ou você estará se mostrando como seu próprio pior inimigo. Defronte-se com elas de forma equilibrada e justa, como se na presença de Deus. “atente bem” o que está diante de você saindo do púlpito, pois só pode fazer duas coisas: ajudar ou atrapalhar você. Ou promove humildade, ou alimenta o orgulho. Ou lhe estimula a desenvolver com esforço a sua salvação “com temor e tremor”, ou apóia a segurança carnal e confiança em si mesmo. Ou lhe faz clamar a Deus dia e noite para que Ele produza em seu coração um ódio cada vez maior ao mal, ou (provavelmente de forma inconsciente) te leva a pensar do pecado como algo não tão sério – dando desculpas de “pequenos” erros, e lhe consolando com o pensamento de que nenhum de nós consegue ser perfeito nesta vida; mesmo que Deus diga, “tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento” (I Pe 1:15).

“Mete uma faca à tua garganta, se és homem glutão” (Pv 23:2). Essas são palavras fortes, não é mesmo? Sim, e o assunto as exige. Muito poucos percebem as temíveis conseqüências que advém de violar esse mandamento de Cristo, “atentai no que ouvis” (Mc 4:24). Falsa doutrina tem o mesmo efeito sobre a alma que veneno tem sobre o corpo. Mas Satanás apela ao orgulho de tantos, e tem sucesso em fazê-los acreditar que estão imunes, que eles estão “tão bem estabelecidos na verdade” que ouvir o erro não lhes fará mal. Entretanto o Espírito Santo diz, “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes” (I Co 15:33): elas não podem, mas IRÃO! Sim, anda que você esteja bastante desavisado disso. “Mete uma faca à tua garganta, se és homem glutão”. Isso é claramente uma palavra de aviso para aqueles que são consumidos de curiosidade para ouvir cada novo “evangelista” ou “professor da Bíblia” que vem à cidade; àqueles que tem um apetite insaciável para experimentar cada “festa” religiosa que é divulgada em sua comunidade. É isso que significa “homem glutão”: o que anseia ouvir o último sensacionalista do púlpito ou do palco.
Para todos estes Deus diz, Segure-se, e não poupe medidas para checar essa tendência perigosa. É perigoso para você mesmo violar essa admoestação divina. Se você desobedecer, Satanás irá ou matá-lo, ou envenená-lo e colocá-lo para dormir profundamente. “não cobices os seus delicados manjares, porque são comidas enganadoras” (Pv 23:3). Sim, ele tem “manjares” para lhe oferecer: é por isso que tantos são atraídos à sua mesa. Esses “manjares” são habilidosamente variados para chamar a atenção de diferentes gostos. Para “estudantes proféticos”[1]  eles são itens picantes dos jornais, servidos com o nome de “sinais dos tempos”. Mas estas são “comidas enganosas”, pois deixam a alma com fome e improdutiva: não há nenhum nutriente espiritual nas mesmas! Para os jovens enérgicos, há uma agradável apresentação do “serviço cristão”, chamando-os a se engajarem na “obra do Senhor”: essas são também “comidas enganosas”, pois elas nem edificam (constroem) nem levam a um andar mais próximo com Cristo; ao invés disso, eles tiram os olhos de Cristo, para as “multidões que perecem”[2] : como se Deus tivesse sido incapaz de salvar os Seus eleitos sem nossa ajuda[3] ! “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Pv 4:23) é a palavra de Deus para você.
Para outros é a exposição regular das “nossas doutrinas” que são de fato “manjares” para aqueles com uma mente teológica. “Sim, mas ‘nossas doutrinas’ são doutrinas das Escrituras, e certamente elas não podem ser ‘comidas enganosas’!” Oh querido amigo, Satanás freqüentemente se transforma em “anjo de luz”; ele sabe muito bem que nenhum mal se fará à sua causa enquanto dissertações doutrinárias são endereçadas ao intelecto, e a consciência não é sondada. A não ser que haja uma aplicação prática das doutrinas das Escrituras, o coração não é tocado nem a alma humilhada; ao contrário, o orgulho é alimentado e a cabeça meramente entulhada com um conhecimento teorizado da verdade. Guarde isso bem: doutrina distanciada da pregação prática e experimental é altamente perigosa!

O que o escritor e leitor precisam não são “manjares”, mas “ervas amargas” (Êx 12:8) para nos limpar do orgulho, independência, amor-próprio! Temos de nos alimentar do “pão de lágrimas” (Sl 80:5) e a “água de aflição” (Is 30:20). Somente esta ministração ajudará verdadeiramente e nos levará a lamentar diante de Deus, que nos leva até o pó, que nos faz aborrecer-nos a nós mesmos. Talvez alguns repliquem, “Eu quero uma ministração e que Cristo é exaltado”. Bom; mas você tem prazer em uma ministração que lhe faz ver quão diferente de Cristo você é em seus caminhos, e o quão longe você está do exemplo que Ele deixou para ser seguido? Uma ministração de “Cristo”, fiel e equilibrada, inclui Seu ensino sobre discipulado, Seus clamores e exigências sobre nós, Seus preceitos e avisos de perigo. Tome cuidado com “manjares” agradáveis à carne, querido leitor.
Nós pulamos os [versos] intermediários e chegamos ao 8 de Provérbios 23, “Vomitarás o bocado que comeste e perderás as tuas suaves palavras”. Sim, se você é realmente um filho de Deus, isso é o que o Espírito irá fazer com você, cedo ou tarde. Ele irá fazer o seu coração ter náuseas com aqueles “manjares” que agradam a carne com os quais você tanto se deleita agora; Ele lhe fará se voltar com desgosto daquilo que os professores vazios lhe alimentam com tanta avidez. Falamos com base em uma dura experiência. A ovelha não pode crescer com o alimento dos bodes! Se seu pregador é admirado e elogiado por palavras macias e agradáveis, você pode estar certo de que seu ministério não ode lhe ajudar. Se grandes multidões o ouvem entusiasticamente, é um sinal seguro de que ele não ministra a Palavra no poder do Espírito!
Para fecharmos, vamos apenas dizer que tudo o que foi apontado como “atentar bem” à pregação que você ouve, se aplica com a mesma força ao ouvir o rádio! “Atentais no que ouvis”: se não deixar sua consciência mais macia, a deixará mais cauterizada. O mesmo se aplica à leitura. A maioria das revistas “ortodoxas” e “fiéis” que são impressas hoje, só podem lhe fazer mal, pois não possuem nada que lhe faça chorar diante de Deus, nada para aumentar o “temor do Senhor” em sua alma, nada que lhe levará à mortificação crescente dos seus membros sobre a terra. Se tem sido este o caso, evite-os como uma praga. “Afastai-vos, pois, do homem” (Is 2:22) e se alimente da Palavra., Fonte rádio árvoreda vida

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Msg 01 Qua - Não há salvação em nenhum outro nome


ESCRITO POR DONG YU LAN. PUBLICADO EM NOSSA ATITUDE PARA COM AS VERDADES (2)


Msg 01 – Todo aquele que invocar o nome do Senhor Jesus será salvo – (At 2:21)
E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos (At 4:12).
JI 2:28-32; At 2:42-47
Alimento DIário, Dong Yu Lan, Árvore da Vida, Bookafé, Vida para TodosNo dia de Pentecostes, quando os cento e vinte galileus começaram a falar em outras línguas, alguns zombavam e diziam que aqueles homens estavam embriagados (At 2:13). As palavras faladas por eles, no entanto, eram direcionadas a cada um dos que estavam ali. Então Pedro levantou-se e, erguendo a voz, os advertiu dizendo que eles não estavam embriagados de vinho, mas, sim, cheios do Espírito Santo, em cumprimento à profecia de Joel: "E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; [ ... ] todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Jl 2:28-32a).
O mais importante, contudo, para que alguém seja salvo, segundo o que lemos em Joel, não é o derramamento exterior do Espírito que se manifesta na forma de profecias, visões e sonhos, mas sim a salvação que todos os que invocam o nome do Senhor recebem. Deus deseja que Seu povo invoque o nome do Senhor Jesus, pois assim Seu Espírito entra neles e traz salvação (At 2:21).
Naquele dia, pelo operar do Espírito, quase três mil pessoas foram salvas em Jerusalém (v. 41) e começaram a invocar o nome do Senhor. Os convertidos passaram a reunir-se de casa em casa, tendo comunhão no ensinamento dos apóstolos, partindo o pão e orando. Dessa maneira, eles manifestavam grande alegria e contavam com a simpatia de todo o povo (vs. 42-47). Posteriormente, o número de irmãos subiu a quase cinco mil homens (4:4), o que nos leva a concluir que o nome do Senhor Jesus passou a ser invocado em muitas casas. Além disso, todos os que creram, não somente em Jerusalém, como também em outros lugares, passaram a ser identificados por invocar o nome do Senhor (9:21; 1 Co 1:2).
Nós, que cremos no Senhor, sentimos a necessidade de invocá-Lo a todo momento, pois sabemos que somente nesse nome há salvação (At 4:12). Fonte: Rádio árvore da vida